iPhone da Gradiente – Gradiente lança novo iPhone C600

01-08-2013

A Gradiente, companhia brasileira de eletrônicos, anunciou no último dia 29 de julho que a partir de outubro estará comercializando seu mais novo smartphone: o iPhone C600. Inclusive, a empresa criou uma página própria em seu site apenas para o aparelho, assim como divulgou um vídeo no YouTube em que faz uma clara comparação com o modelo da rival Apple (é importante lembrar que as duas travam uma batalha judicial pelo uso da marca iPhone no Brasil).

Quanto a sua configuração, o iPhone C600 da Gradiente não deixa nada a desejar a aparelhos top de linha disponíveis no mercado sendo que em alguns quesitos seu hardware é superior.

Iphone da gradiente 1

Configurações

O aparelho vem equipado com um display de 5 polegadas e resolução de 1280 x 720 pixels (HD), um processador Dual-Core de 1.4 GHz e 8 GB de capacidade de armazenamento interno expansível por cartão microSD de até 32 GB. Possui, ainda, uma câmera de 13 megapixels e rádio FM.

Além disso, o novo smartphone da Gradiente é o primeiro Dual-SIM do Brasil em que pode-se atender duas chamadas simultâneas de chips diferentes, ou seja, ele trabalha ao mesmo tempo com os dois chips.

O iPhone C600 conta entre suas conexões com Bluetooth, Wi-Fi e a tecnologia Miracast que permite ao aparelho de comunicar com TVs e outros dispositivos.

Veja o vídeo abaixo a respeito do “novo” iPhone

2013-08-01

Sobre Joel Rodrigues

Apaixonado por tecnologia, formado em Ciências da Computação pelo Centro Universitário de Brasília, sempre buscando o que tem mais de novo e melhor nesse mundo digital que muda constantemente.

3 comments

  1. O Roubo de Patentes é um Crime rentável para Empresas que agem de Má Fé.
    Leia até o final para entender um pouco sobre esse caso, Gradiente e a verdadeira face dessa empresa chamada Apple.

    O conceito – Você passou a semana preocupado(a) com a apresentação de uma ideia que deve apresentar para uma bancada com 5 sócios de uma empresa que pretende contratar serviços para uma nova campanha que será lançada no mês seguinte. Você conseguiu desenvolver uma ótima ideia e decidiu esboçar esse trabalho. Durante a apresentação coletiva de concorrentes, você descobre que um deles está usando a tua ideia, e descobre que até o nome incrivelmente foi utilizado. Descobre também que houve um vazamento de tua ideias tempos depois e que o concorrente não pensou duas vezes em usá-la indevidamente, afinal, havia uma grande chance de ser um sucesso e foi. O concorrente, com atribuições diferentes no momento, ganhou a conta. Tua empresa, então, passa por dificuldades, pois precisava daquela conta e seus colegas são demitidos e a consequência do roubo avança severamente, ao longo da história, simplesmente porque uma empresa munida de toda má fé possível acredita que o custo do roubo valerá à pena diante de bilhões em rentabilidade. Um colega de sala de aula ouve você comentar o tema que irá discorrer para a apresentação em voz alto e copia tua ideia. Você está entusiasmado com uma bela garota da escola e decide mandar flores, só que outro colega ouve você dizer e envia antes que você o faça. Você tem um produto revolucionário que irá erguer a sua empresa e descobre que o concorrente acelerou o processo e coloca no mercado, fazendo com que sua empresa tenha perdido todo o investimento que disponha enquanto a concorrente aufere bilhões no mercado, recursos que são usados contra você e contra os demais concorrentes. O cliente contente alimenta a conduta de má fé, assim como o viciado contente com a qualidade do pó venera o traficante, este aufere lucros e lucros, pois a conduta ilegal gera prêmios.
    No Brasil, atualmente, temos um caso à parte que segue o mesmo princípio. No ano 2000, a Gradiente solicitou junto ao INPI o Registro da Patente para IPHONE, que foi autorizada 8 anos depois. Ou seja, a Gradiente esperou 8 anos para receber aval de uso. Acontece que muitos anos depois, a Apple que nem sonhava com o termo Iphone em 2000, lançou um aparelho chamado “Iphone” em 2007, aqui no Brasil – incrível a semelhança, não acha? Não é achismo, é fato. Mesmo sabendo que a patente estava sendo requerida pela Gradiente, a Apple não pensou duas vezes, lançou o produto sem contabilizar o direito da Gradiente, pois como dito “O roubo e os lucros auferidos de bilhões valem a atitude antiética”; A Apple abriu tentou registrar a marca no INPI mas não conseguiu, pois o INPI já estava prestes a autorizar a Gradiente que atendeu a todos as solicitações de documentos e, por direito, tornou-se dona definitiva da Marca no Brasil e única autorizada a usá-la. Impossibilitada de usar a marca por passar sérios problemas no mercado, inclusive sendo prejudica pela Suframa (um órgão público prejudicando a Gradiente, que anos depois, após ir ao Supremo, chegaram a conclusão de que realmente a Suframa estava errada e deve pagar algo em torno de 320 milhões de reais em ressarcimento à Gradiente – Observação, esse processo está quase no fim pois apuram-se os valores reais; acontece que o Governo parece andar lento e, apesar de assumir o erro, continua errando em não soltar logo esse valor para Gradiente – uma característica lamentável para um país que quer se visto como evoluído – parece proposital essa lentidão ou incompetência. Prefiro a primeira opção). Observar, idem que a Gradiente não mendigou dinheiro da Apple para reerguer-se. Voltando, hoje, na justiça, a Gradiente busca os devidos valores desta petulância da Apple, que aliás vem colecionando atitudes antiéticas de longa data no mercado. A Questão do roubo e uso indevido da patente Iphone no mundo não é exclusividade da Apple no Brasil; nos Estados Unidos, a Apple tentou furtar a patente que pertencia a Cisco e só depois de perceber que a opinião pública não aceitava atitudes de má-fé naquele nível, ela entrou em acordo com a Cisco, veja, isso antes de lançar o Iphone no Brasil, ou seja, ela já tinha acabado de armar das suas e veio tentar a sorte no Brasil e não é que deu certo! O Brasil é a terra da alegria, da folia e da sacanagem. Veja, que a Apple tentou solicitar a marca aqui, 6 anos depois da Gradiente, novamente, a Apple nem sonhava com a marca na época que a Gradiente a registrou (lei é lei, a Patente é de quem registra). A baixa atitude foi premeditava, era largamente sabida e mesmo assim, foi conduzida tranquilamente. Nos USA, no Canadá, na China e México, a manobra Apple de ser não deu certo, pagou o preço pois a justiça não pensou duas vezes – evoluídas, e em constante monitoramento, a Apple não conseguiu aprontar, mas aqui no Brasil, a coisa é diferente até o momento. O INPI, responsável pelas diretrizes no registro de patentes e marcas, foi reduzido à NADA. O INPI, caso a Apple saia rindo de orelha a orelha, caso ganhe o direito de uso à marca de forma forçada no Brasil, será elevado à condição de Autarquia Fantoche e sem quaisquer garantias. Para que uma empresa, uma pessoa física, um inventor, um empreendedor vai registrar a marca no INPI , investindo dinheiro e envolvimento de seus colaboradores, se o INPI não garante nada. Caberá então à Justiça Brasileira mostrar que evoluímos e que não seremos diferentes de outros países, que não somos capachos de nenhuma empresa que jamais o ilícito ser lícito. Precedentes assim tornam nosso país o ideal futuro, uma país de leis fictícias, Justiça complacente, povo que aceita produtos ilegalizados, mesmo que sejam bons, e pessoas cujos direitos à sua ideia, podem ser roubadas e ainda serem consideradas essas empresas que agem de má fé como se fossem vítimas.
    A Gradiente, considerando seu direito à marca, se é que temos uma Justiça digna suficiente para ainda dizermos que a marca pertence à Gradiente, pretende lançar o seu novo Iphone C600, que possui especificações melhores do que o Iphone 5 ( ilegalizado no INPI) e pela metade do preço no seu lançamento. Vejo, então, que além de vender o que não deveria pertencer à ela pois falta autorização da Gradiente para isso, ela, Apple, ainda vende produtos com preços altíssimos com configurações lamentáveis comparadas aos concorrentes. Ou seja, tem muita gente comprando marca. A marca de uma empresa vai além dos produtos que vende, está também ligada à conduta, a forma como negocia e a forma que respeita as leis de um país, as leis locais e a inteligência de seus consumidores (clientes). Aliás, a Apple, para aumentar sua ficha corrida, acaba novamente de ser chamada à atenção nos USA por articular manobras que em vez de reduzirem os preços dos ebooks, em formatos de contratos com Grandes Editoras, conseguiu aumentar o preço entre 20 e 30%, não é o máximo?
    Que a Justiça brasileira seja implacável e se mostre evoluída. Um país que buscar ser respeitado tem que garantir os direitos do seu povo, a integridade de suas leis, manter os princípios éticos que norteiam o futuro para que não sejamos podres nem financiadores de empresas de condutas suspeitas. Com incalculável ironia, no código de conduta “ética” da Apple dizem que prezam pelos direitos de patentes. A verdadeira face de uma empresa que se faz de vítima.

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